sexta-feira, 18 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Pancreatite em Cães
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
Diabetes em Caes e Gatos - Parte 2
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Diabetes em Caes e Gatos - Parte 1
sábado, 4 de dezembro de 2010
Dilatação Gástrica em Cães
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
domingo, 14 de março de 2010
Dirofilariose em Gatos (Verme do Coração)
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Food Trial para diagnóstico de Alergia alimentar em Cães.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Dieta para Pancreatite em Cães.
Prezados leitores do MedVet InFocus, obrigado pela participação de todos e pelos e-mails diários que recebemos. Sem dúvida um dos temas mais discutidos em nossos e-mails e mesmo aqui no Blog é Pancreatite, especialmente no que se refere ao tratamento e dieta. Em um estudo recente publicado no American Journal of Veterinary Research, 70:614-618, 2009 por James FE, Mansfield CS, Steiner JM, comparou a resposta do pancreas à dietas com diferentes teores de gordura com ou sem adição de enzimas pancreáticas ou triglicerídeos. Dez cães saudáveis sem histórico de pancreatite receberam, cada um, 1 de 4 tipos de dietas diferentes, em um intervalo de 1 semana. A dieta A consistia de 16% de gordura, seguida pela dieta B com 5%. A dieta C possuía 10% de gordura + enzimas pancreáticas e a dieta D continha 5% de gordura + enzimas e triglicerídeos. Lipase pancreática canina (cPL) e tripsina canina (cTL) foram mensurados com os animais em jejum e 1, 2 e 6 horas pós-prandial. Concentração de gastrina também foi medida. Este estudo não identificou diferença significativa nos valores de cPL e cTL ou gastrina entre as dietas. A dieta D foi a que induziu o menor valor de resposta pancreática mas a diferença não foi significativa. Os resultados indicam que a concentração de gordura na dieta não possui efeito significativo no grau de estimulação pancreática em cães sadios.
Comentários
O uso de dieta com baixo teor de gordura em cães com pancreatite tem sido amplamente utilizado na clínica hoje em dia. Essa abordagem é baseada na teoria de que a oferta de baixo teor de gordura reduz a liberação de colecistoquinina, com diminuição na estimulação pancreática. Os autores deste estudo não encontraram nenhuma diferença na estimulação pancreática com dietas contendo 10% e 5% de gordura. No entando este estudo foi conduzido em animais sem histórico de pancreatite, um estudo similar conduzido em animais com pancreatite seria ideal para futuras comparações.
domingo, 22 de novembro de 2009
Dosagem de Ácidos Biliares
Interessado em saber mais sobre esse assunto, mande sua pergunta para nós ou escreva aqui o seu comentário.
sábado, 14 de novembro de 2009
Consultoria Veterinária nos Estados Unidos
Muitos veterinários brasileiros possuem o sonho de praticar medicina veterinária nos Estados Unidos. No entanto acabam desistindo quando se deparam com informações infundadas e fora da realidade encontradas na Internet. Muitas dessas informações são "passadas" para frente por pessoas pouco informadas que não procuraram saber como funciona exatamente o processo de validação do diploma. A validação do diploma de médico veterinário nos Estados Unidos envolve uma série de passos, que muito embora possam levar um tempo para serem completados, não é nada fora da realidade e muito menos impossível. No entanto dependem de uma boa orientação por profissionais que já passaram por ele e que conhecem o sistema e hoje trabalham como Médicos Veterinários nos Estados Unidos, muitos já abriram suas próprias clínicas ou hospitais ou estão seguindo o caminho da especialização.
Caso você tenha interesse em saber mais sobre como validar seu diploma nos EUA, contacte a Vet.Med. Group Corporation e marque uma consulta. Nós iremos lhe prestar um serviço de consultoria completa para que você possa compreender melhor como funciona o sistema, como se preparar para os testes exigidos pelo governo americano, quanto custa cada teste e o processo inteiro, e o que você pode ou não pode fazer nos EUA (trabalho) enquanto segue com o processo.
Nós oferecemos também Consultoria Preparatória para todos os testes. Para agendar uma consulta ligue agora para 1-954-667-8042 e deixe sua mensagem com seu nome e número de contato ou envie um e-mail para vetmedgroupcorp@gmail.com
As consultas são em português.
Para maiores informações visite nossosite.
http://medvetconsultoria.blogspot.com/segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Anestesia do Paciente com Doença Cardíaca - Continuação.
Dúvidas sobre esse assunto? Deixe aqui o seu comentário.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Anestesia do paciente com Doença Cardíaca.
Após essa coleta de dados e resultados de exames, pacientes com doença cardíaca devem ser categorizados. O The International Small Animal Cardiac Health Council divide os pacientes com doença cardíaca em 3 classes. Classe I - Pacientes com doença cardíaca sem sinais clínicos, esses pacientes são considerados ASA II, se não fazem uso de medicamentos, ou ASA III se requerem medicamentos. Classe II - são pacientes com sinais clínicos leves a moderados, são considerados ASA IV. E Classe III - pacientes com doença fulminante que requerem medidas agressivas para estabilizar a doença, são considerados ASA V.
Existem alguns protocolos anestésicos que devem ser evitados para esses tipos de pacientes. Acepromazina por exemplo pode causar vasodilatação por um período de tempo muito longo e não existe um antagonista para seus efeitos. É importante usar doses pequenas se necessário. Alpha-2-agonistas devem ser evitados por causarem hipertensão e bradicardia. Existem no entanto algumas considerações sobre o uso da medetomidina. Agentes anticolinérgicos podem causar taquicardias, e opióides Mu agonistas podem causar bradicardias significativas. Agentes como a Ketamina e Tiletamina devem ser usados com muita cautela devido ao aumento do tônus simpáticos que esses fármacos produzem.
Com relação aos agentes de indução, usar máscara com anestésico inalatório pode causar um estresse muito alto. Tiopental pode ser usado em pacientes Classe I, porém possui ação arritmogênica, o mesmo se aplica ao Propofol, seguro para Classe I, porém pode causar depressão respiratória e cardíaca.
Continuem visitando o MedVet InFocus para esses novos tópicos. Mesmo assim estou a disposição para dúvidas e comentários sobre o tema.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Diagnósticos para Prenhez.
Prenhez também pode ser diagnosticada com a ajuda de exames laboratoriais. A análise dos níveis sérico de Relaxina podem ser úteis na detecção de prenhez após 24 dias. No entanto os níveis desse hormônio não nos dizem nada sobre número de fetos e se estamos lidando com uma prenhez saudável, uma vez que os níveis permanecem altos por várias semanas mesmo na perda da prenhez (morte fetal). Outro exame utilizado é a análise de proteínas como fibrinogênio, no entanto este exame é pouco utilizado e pode gerar resultados falso positivos, especialmente quando existe qualquer condição inflamatória concomitante.
Para um correto diagnóstico e acompanhamento da prenhez em cães é preferível utilizar uma combinação das várias técnicas citadas acima.
Caso tenha interesse em saber mais sobre esse assunto deixe seu comentário aqui ou nos escreva pelo e-mail.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Teste de Estímulo com ACTH
O teste de estímulo com ACTH é considerado simples, seguro e importante na tentativa de diagnóstico de cães com Hiperadrenocorticismo (Doença de Cushing) e Hipoadrenocorticismo (Doença de Addison). No entanto, esse teste pode ser afetado por diversos fatores tornando muitas vezes seu resultado inconclusivo. Muitos especialistas depõem contra o uso do ACTH gel devido à ocorrência de resultados falsos. Cortrosin, a forma injetável, é a preparação preferida para realização desse teste. Outro fator importante é o uso de glicocorticóides. Todo tipo de glicocorticóide deve ser interrompido pelo menos 12-24 horas antes de conduzir o teste, o motivo é devido à reação cruzada na liberação de cortisol, que é o hormônio medido nesse teste. No entanto, em cães com doença de Addison, onde o uso desse teste é uma importante ferramenta para controle do progresso da terapia, o uso de dexametasona é preferível anterior ao teste uma vez que ela não interfere causando reação cruzada. Dependendo do medicamente usado, o período de espera pode variar antes da condução do teste, por exemplo, com o uso de Depo-Medrol, deve-se esperar pelo menos 4 a 6 semanas. Outro medicamentos conhecidos pelo seu potencial em interferir com esse teste são: Fenobarbital, Primidone e Fentoina.Como esse teste é feito?
A primeira coisa a se fazer é checar algumas preferências com o laboratório que irá conduzir o teste. Porém, uma amostra não lipêmica é sempre importante. Nesse caso é interessante realizar algum tipo de jejum alimentar antes da coleta do sangue. Sangue é coletado antes da administração de ACTH para usar como valor de referência de cortisol antes de um estímulo gerado pelo ACTH. Logo após a coleta desse sangue, administra-se ACTH na forma injetável (5 mcg/kg IV ou IM com dose máxima de 250 mcg. Para gatos usa-se 250 mcg IV. Após a administração do ACTH, nova coleta de sangue é feita em 1 hora. O laboratório irá comparar os valores de cortisol antes de depois da administração do ACTH. Acredita-se que cerca de 80-85% dos cães com Hipeadreno-Pituitário irão responder positivamente ao teste, e 60% dos cães com hiperadreno-tumores na adrenal, responderão ao teste.
O grande problema é, o que fazer quando o teste retorna inconclusivo?
A primeira coisa que eu costumo fazer é avaliar se houve algum erro na técnica empregada, dose utilizada, e contactar o laboratório para reavaliar a amostra. É muito importante lembrar que o resultado normal desse teste não elimina completamente o Hiperadrenocorticismo. Aproximadamente 15-20% dos cães com Hipeadreno-Pituitário e 40% com tumores na adrenal terão resposta normal à esse teste, e nesse caso recomenda-se realizar o teste com baixa dose de dexametasona. Existem outros testes disponível também, porém acredita-se que o teste de supressão com baixa dose de dexametasona é teste de escolha como próximo passo. Muitos outros testes são usados para tentar diferenciar hiperadreno-pituitário de tumores na adrenal, como ultrassonografia por exemplo. Esse teste é bastante específico para o diagnóstico de hipoadrenocorticismo, uma vez que nenhum cão com doença de Addison irá mostrar resultado inconclusivo. Caso isso aconteça, o paciente não possui doença de addison.
Esse tópico ainda pode gerar muitas dúvidas ou procura por informações adicionais. Por favor escreva-nos um e-mail ou escreva aqui seu comentário caso ainda tenha dúvidas sobre esse teste ou demais testes utilizados para o diagnóstico de HAC.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Manejo Emergencial das Intoxicações
Mas o grande perigo está na ingestão de substâncias tóxicas. Existem diversos procedimentos para lidar com essa emergência. É importante lembrar que provocar emese não é sempre recomendável, especialmente quando se trata de substâncias corrosivas. Em casos onde existe a suspeita de ingestão de substâncias corrosivas, o ideal é tentar diluir o agente, e isso pode ser feito através da administração de água ou leite em combinação com demulecentes na dose de 1-3mg/kg.
Nos casos onde a emese é indicada, ela é mais eficaz quando realizada dentro de 2-3 horas após ingestão da substância tóxica. A emese geralmente esvazia 40-60% do conteúdo estomacal e assumimos que é mais eficaz do que a lavagem gástrica. Outro detalhe sobre induzir emese é que essa não deve ser provocada em roedores, coelhos, pássaros, cavalos e ruminantes. Deve-se evitar induzir emese quando se trata de agentes como bases, ácidos, corrosivos e hidrocarbonos. Condições pré-existentes também limitam a prática deste procedimento (animais com epilepsia, doenças cardiovasculares, debilitados ou que acabaram de passar por procedimentos cirúrgicos abdominais). Algumas substâncias tóxicas possuem efeitos anti-emético (fenotiazínicos, antihistaminicos, barbitúricos, narcóticos, antidepressivos e marijuana), nesses casos, induzir a emese pode ser dificultada.
Outro procedimento utilizado em caso de ingestão de agentes tóxicos é a administração de carvão ativado (de uso hospitalar). O carvão ativado ajuda a adsorver agentes químicos ou tóxicos, facilitando a excreção do mesmo via fezes. É geralmente utilizado quando o paciente ingere venenos orgânicos, químicos ou toxinas bacterianas. A dose recomendada para todas as espécies é 1-3 gms/kg. Pode ser repetida cada 4-8 horas na metade da dose. Esse tipo de procedimento não deve, no entanto, ser realizado caso haja suspeita de ingestão de materiais cáustico. Esse tipo de material não é absorvido e com isso o carvão ativado pode acabar mascarando severas lesões por queimaduras na boca e no esôfago. Existem outros agentes químicos que não costumam ser adsorvido eficazmente pelo carvão ativado (Etanol, metanol, fertilizantes, flúor, destilados de petróleo, metais pesados, iodo, nitratos, nitrito, cloreto de sódio e cloratos. Para aumentar a eficácia da eliminação do carvão ativado, pode-se usar catártico. Catárticos aceleram a eliminação do carvão ativado evitando que ocorra uma re-absorção do agente adsorvido pelo carvão. Porém, catárticos não devem ser usados em animais que apresentam diarréia ou que estejam desidratados.
Enemas também podem fazer parte dos procedimentos de emergência. Esse procedimento é útil na eliminação de toxinas provenientes do trato gastrointestinal. Carvão ativado pode ser utilizado como enema. O uso de soluções de enema pré-misturadas para uso humano é contraindicado para animais por causar distúrbios de desbalanceamento eletrolítico. Técnicas gerais de enema envolvem o emprego de água morna é sabão.
Lavagem gástrica não deve ser empregada em casos onde se suspeita de ingestão de destilados de petróleo. Essa técnica requer emprego de anestesia geral.
Lavagem enterogástrica pode ser necessária quando existiu uma exposição à agentes letais como estricnina, metaldeídos, antidepressivos ou fluoracil.
Aproveitando o tópico, gostaria de responder a pergunta de um colega de Navegantes-SC. O que vocês costumam na emergência para induzir vômito?
Existem vários agentes que podem ser utilizados, porém os mais comuns são o peróxido de hidrogênio (água oxigenada) 3%. A dose recomendada é 1 colher de chá (5ml)/2.5kg, e não se deve dar mais que 3 colheres de sopa (45ml). A água oxigenada causa vômito através de uma irritação gástrica leve. O Vômito geralmente ocorre dentro de minutos.
Em ambiente hospitalar, a apomorfina é amplamente utilizada (cuidado com uso em gatos). Geralmente é administrada topicamente na conjuntiva. Raramente ocorre feitos adversos, mas se isso acontecer, esses efeitos podem ser revertidos com naloxone.
Dúvidas sobre esse tópico, escreva um e-mail ou poste o seu comentário aqui.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
Balanceamento Ácido-Básico
3. Ethyleno glicol
4. Metanol
5. Salicilatos (aspirina)
2. Diurese
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Avaliação do Leucograma.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Avaliação do Hemograma.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Obesidade em Cães
Caso queira saber mais sobre Obesidade em cães poste seu comentário abaixo.
sábado, 13 de junho de 2009
Achados de Malignidade na Citologia.
1 - Anisocariose - variação no tamanho das células
2 - Ploemorfismo - variação no tamanho e no formato de células do mesmo tipo celular
3 - Alta relação núcleo:citoplasma - geralmente aumento do núcleo e pouco citoplasma
4 - Atividade mitótica acentuada - essa característica é rara em células de tecidos normais, nas mais variadas neoplasias você pode encontrar figuras mitóticas ou células que não estão se dividindo igualmente.
5 - Padrão de cromatina "grossa" - quando você tem cromatina onde o padrão parece mais grosseiro ou rugoso do que o normal.
6 - Transformação Nuclear - são deformidades notadas no núcleo das células por núcleos na mesma célula ou em outras células adjacentes.
7 - Multinucleação - presença de múltiplos núcleos em uma mesma célula.
8 - Variação Nuclear - presença de núcleos que variam em tamanho, forma e número.
Infecção Cutânea por Fonsecaea pedrosoi em cães
Comentários
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Atopia em Cães.
O manejo do paciente com Atopia envolve 8 princípios que devem ser seguidos a risca.
1 - Comprometimento do proprietário em seguir as recomendações médicas
2 - Evitar contato com alérgenos conhecidos
3 - Controle efetivo e a longo prazo de pulgas
4 - Controle de uma alergia coexistente (alergia alimentar, pulgas)
5 - Controle do crescimento de bactérias oportunistas assim como fungos
6 - Utilização de terapia tópica
7 - Controle da inflamação com anti-inflamatórios não esteroidais
8 - Imunoterapia específica anti-alérgica
terça-feira, 2 de junho de 2009
Doença Renal Crônica em Gatos.
Comentários:
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Hipotireoidismo em Cães - O que testar?
Prezados leitores do meu Blog. Na votação tivemos 46% dos votos para testes em Endocrinologia contra 40% para Atopia em cães. Decidí então pegar uma pergunta de um colega que pratica em Olinda, Pernambuco - obrigado pela participação. A pergunta se refere a quais testes usar na suspeita de cães com Hipotireoidismo. Dr. Richard W. Nelson, DVM, DACVIM, falou sobre isso recentemente no simpósio da Universidade da Califórnia - Davis.O próximo teste é medir o T4 livre. T4 livre é a fração do hormônio T4 não ligada a proteína e por isso chamado livre. Esse teste ajuda na a elucidar o caso em conjunto com o T4 total, isso porque o T4 livre não sofre tanta influência de doenças e medicamentos, sendo assim, valores acima de 1.5 ng/dl ocorrem em casos onde a baixa do T4 é secundária à uma doença ou medicamento, e valores abaixo de 0.5 ng.dl suportam o diagnóstico de hipotireoidismo. O problema é que valores entre 0.5 e 1.5 ng/dl não são diagnósticos.
Outro teste que pode ajudar, caso o T4 total e o T4 livre estejam inconclusivos, é medir o valor do TSH (Hormônio estimulante da tireóide). Em teoria, o TSH deveria estar elevado em cães com hipotireoidismo, geralmente você espera por valores acima de 0.6ng/ml. Infelizmente a concentração pode estar normal em cães com hipotireoidismo e pode estar elevada em cães com valor baixos de T4 mas que não possuem hipotireoidismo. Por isso é importante rodar todos os testes ou "painel" para ver o que cada um nos diz.
Outro teste disponível é testar o sangue para auto-anticorpos para tireoidite linfocítica. Esse não é na verdade um teste de função glanduar mas pode ajudar no diagnóstico caso os demais testes sejam inconclusivos. O importante quando se suspeita de hipotireoidismo em cães é sempre realizar mais de um teste, nunca usar um único teste para suportar o diagnóstico e sempre relacionar o resultado com os sinais clínicos do paciente.
Caso tenha interesse em saber mais, poste seu comentário abaixo.







